
27/07/11
Previsões Astrológicas e Psicológicas para 2012

06/07/11
Associação Portuguesa Hipnose e Terapias Regressivas

27/06/11
Para quem está à minha espera...

19/06/11
orgulhosamente partilhando ...
17/05/11
Mitologia Ligth

Olá a todos,
22/04/11
Feliz Páscoa!
07/04/11
Saturno ou o senhor do relógio...
22/03/11
A PEQUENA ALMA E O SOL – NEALE DONALD WALSCH

Estava eu à procura deste mágico texto para uma paciente a quem referido e lembrei-me...porque não partilhá-lo com mais gente??
e pronto, aqui está ele para quem não o conhece e também para quem já o leu, mas tal como a pequena Alma , de vez em quando, precisa de se lembrar ;)
até já e um abraço Primaveril!!
Era uma vez, em tempo nenhum, uma Pequena Alma que disse a Deus:
- Eu sei quem sou!
E Deus disse:
- Que bom! Quem és tu?
E a Pequena Alma gritou:
- Eu sou Luz
E Deus sorriu. – É isso mesmo! – exclamou Deus. – Tu és Luz!
A Pequena Alma ficou muito contente, porque tinha descoberto aquilo que todas as almas do Reino deveriam descobrir.
– Uauu, isto é mesmo bom! – disse a Pequena Alma.
Mas, passado pouco tempo, saber quem era já não lhe chegava. A pequena Alma sentia-se agitada por dentro, e agora queria ser quem era. Então foi ter com Deus ( o que não é má idéia para qualquer alma que queira ser Quem Realmente É ) e disse:
- Olá Deus! Agora que sei Quem Sou, posso sê-lo?
E Deus disse:
- Quer dizer que queres ser Quem já És?
- Bem, uma coisa é saber Quem Sou, e outra coisa é sê-lo mesmo. Quero sentir como é ser a Luz! – respondeu a pequena Alma.
- Mas tu já és Luz – repetiu Deus, sorrindo outra vez.
- Sim, mas quero senti-lo! – gritou a Pequena Alma.
- Bem, acho que já era de esperar. Tu sempre foste aventureira – disse Deus com uma risada. Depois a sua expressão mudou. – Há só uma coisa…
- O quê? – perguntou a Pequena Alma.
- Bem, não há nada para além da Luz. Porque eu não criei nada para além daquilo que tu és; por isso, não vai ser fácil experimentares-te como Quem És, porque não há nada que tu não sejas.
- Hã? – disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa.
- Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá sem dúvida. Tu e mais milhões, ziliões de outras velas que constituem o Sol. E o Sol não seria o Sol sem vocês. ‘Não seria um sol sem uma das suas velas… e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E no entanto, como podes conhecer-te como a Luz quando estás no meio da Luz – eis a questão’.
- Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! – disse a Pequena Alma mais animada. Deus sorriu novamente.
- Já pensei. Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão – disse Deus.
- O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma.
- É aquilo que tu não és – replicou Deus.
- Eu vou ter medo do escuro? – choramingou a Pequena Alma.
- Só se o escolheres. Na verdade não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos a inventar tudo. Estamos a fingir.
- Ah! – disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor.
Depois Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exactamente o oposto.
- É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é – disse Deus – Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento. Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois. E por isso, – continuou Deus – quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão. ‘Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela. Então saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!’
- Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? – perguntou a Pequena Alma.
- Claro! – Deus riu-se. – Claro que podes! Mas lembra-te de que ‘especial’ não quer dizer ‘melhor’! Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos esqueceram-se disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial!
- Uau – disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando. – Posso ser tão especial quanto quiser!
- Sim, e podes começar agora mesmo – disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Alma
- Que parte de especial é que queres ser? – Que parte de especial? – repetiu a Pequena Alma. – Não estou a perceber.
- Bem, – explicou Deus – ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes. É especial ser bondoso. É especial ser delicado. É especial ser criativo. É especial ser paciente. Conheces alguma outra maneira de ser especial?
A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento. – Conheço imensas maneiras de ser especial! – exclamou a Pequena Alma – É especial ser prestável. É especial ser generoso. É especial ser simpático. É especial ser atencioso com os outros.
- Sim! – concordou Deus – E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte de especial que queiras ser, em qualquer momento. É isso que significa ser a Luz.
- Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! – proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. – Quero ser a parte de especial chamada ‘perdão’. Não é ser especial alguém que perdoa?
- Ah, sim, isso é muito especial, assegurou Deus à Pequena Alma.
- Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim – disse a Pequena Alma.
- Bom, mas há uma coisa que devias saber – disse Deus.
A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente. Parecia haver sempre alguma complicação.
- O que é? – suspirou a Pequena Alma.
- Não há ninguém a quem perdoar.
- Ninguém? A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido.
- Ninguém! – repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta. Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que se tinha aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados – de todo o Reino – porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava a ter uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles estavam a dizer. Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar. Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela. Eram de tal forma maravilhosas, e a Luz de cada uma brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas.
- Então, perdoar quem? – perguntou Deus.
- Bem, isto não vai ter piada nenhuma! – resmungou a Pequena Alma – Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa. Queria saber como é ser essa parte de especial.
E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste. Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse:
- Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te – disse a Alma Amiga.
- Vais? – a Pequena Alma animou-se. – Mas o que é que tu podes fazer?
- Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares!
- Podes?
- Claro! – disse a Alma Amiga alegremente. – Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares.
- Mas porquê? Porque é que farias isso? – perguntou a Pequena Alma. – Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito! Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti! O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça? O que é que te levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal?
- É simples – disse a Alma Amiga. – Faço-o porque te amo.
A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta.
- Não fiques tão espantada – disse a Alma Amiga – tu fizeste o mesmo por mim. Não te lembras? Ah, nós já dançamos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançamos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincamos juntas através de todo o tempo e em muitos sítios. Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita. Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois. Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau – fomos ambas a vítima e o vilão. Encontra-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exata e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos. – E assim, – a Alma Amiga explicou mais um bocadinho – eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a ‘má’ desta vez. Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa.
- Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? – perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa.
- Oh, havemos de pensar nalguma coisa – respondeu a Alma Amiga, piscando o olho.
Então a Alma Amiga pareceu ficar séria, disse numa voz mais calma:
- Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes? – Sobre o quê? – perguntou a Pequena Alma.
- Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não muito boa. Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E por isso, só te peço um favor em troca.
- Oh, qualquer coisa, o que tu quiseres! – exclamou a Pequena Alma, e começou a dançar e a cantar: – Eu vou poder perdoar, eu vou poder perdoar!
Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta.
- O que é? – perguntou a Pequena Alma. – O que é que eu posso fazer por ti? És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim!
- Claro que esta Alma Amiga é um anjo! – interrompeu Deus, – são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos.
E então a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga.
- O que é que posso fazer por ti? – perguntou novamente a Pequena Alma.
- No momento em que eu te atacar e atingir, – respondeu a Alma Amiga – no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento…
- Sim? – interrompeu a Pequena Alma
- Sim? A Alma Amiga ficou ainda mais quieta. – Lembra-te de Quem Realmente Sou.
- Oh, não me hei de esquecer! – gritou a Pequena Alma – Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora.
- Que bom, – disse a Alma Amiga – porque, sabes, eu vou estar a fingir tanto, que eu própria me vou esquecer. E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E se eu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar às duas Quem Somos.
- Não vamos, não! – prometeu outra vez a Pequena Alma. – Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva – a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou.
E assim o acordo foi feito. E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão. E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível. E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza – principalmente se trouxesse tristeza – a Pequena Alma pensava no que Deus lhe tinha dito.
- Lembra-te sempre, – Deus aqui tinha sorrido – não te enviei senão anjos!.
15/03/11
A história da Primavera A felicidade de Ceres ou a volta das flores!
10/03/11
Para a Joana

Faz hoje 18 anos que recebi a mais preciosa, linda, meiga e doce prenda que a Vida me poderia oferecer.
Desde então tenho o meu coração cativo deste Amor, que palavra nenhuma poderá alguma vez conter.
Na impossibilidade de o descrever, fica-me a certeza de o sentes e o desejo que te acompanhe sempre e em todos os momentos da tua vida.
Para ti meu Amor, a minha gratidão por estares comigo nesta vida!!
25/02/11
Porto Canal e Sapo Mulher
15/02/11
"Estrutura da Terapia"

13/02/11
o chefe de todos os deuses, sua excelência o senhor Júpiter...

17/01/11
Novo Signo?? sim ou não??
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Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico - convertido pelo «Lince».
Clicar no nome dos jornais ou entidades.
Esta semana, no passado dia 11 de janeiro, o secundário jornal online americano, o «Star Tribune», de Minneapolis, St. Paul, Minnesota, trazia a notícia que o astrónomo Parke Kunkle, membro do Minnesota Planetarium Society, afirmara que devido a um fenómeno há muito tempo conhecido pelos astrólogos como «precessão dos equinócios», houvera mudanças de signos. Numa linguagem mais simples: já há muito tempo que o posicionamento dos signos não correspondia ao das constelações. Assim, vem o astrónomo dizer que havia mais um, o 13º, de nome Ofhiucus (Ofiuco) ou Serpentário. E foi dada a relação das datas reconfiguradas dos novos signos, que deixo mais abaixo no texto, para poderem avaliar. Vamos com calma, sim?! Não tente ajustar o seu signo só porque soube dessa notícia. Este tipo de informação reúne todos os ingredientes para os media, pois interessa a milhões de pessoas, que não sabendo astrologia, pelo menos sabem o seu signo solar. O link que deixei no «Star Tribune» já é o 'update' da informação, com data de 14. Que pena eu não ter guardado a do dia 11, a original. Tudo isto, para já é um tremendo disparate.
Um astrónomo a falar de astrologia? Eu sei que eles adoram, mas é muito estranho, convenhamos! Aqui há gato! Seria o mesmo que um nadador olímpico falasse de surf de alta competição, com a intenção de mexer nas regras do jogo. O elemento comum 'parece' ser o mesmo - a água -, mas o que lá se faz nada tem a ver uma coisa com a outra. Astronomia não é astrologia. Mais adiante desenvolvo isto. Como deveria ser do conhecimento comum, as regras da Astrologia e da Astronomia são muito diferentes. Totalmente diferentes, como têm que ser.
Continuemos com a história da notícia que já percorreu o mundo. No dia seguinte, a 12 de janeiro, o «NBC News online» fez eco dessa notícia. Assim, a notícia estava lançada a nível nacional (E.U.A.). No dia 13, o superblogue (pró-democratas) «The Huffington Post» também falava do assunto e, logo a seguir, 14 de janeiro, o ultrainfluente «Washington Post» também mencionava o tema do tal astrónomo. Foi o suficiente para surgirem em todo o mundo milhares de réplicas dessa notícia. Até um prestigiado jornal desportivo português, o «Record», decidiu interessar-se pelo assunto, entrevistando a astróloga Vera Spieglar, com uma abordagem zen. Os blogues puseram-se em marcha. Os chats, também. Tudo o que é internet se movimentou. Devem imaginar como a notícia já está espalhada. Basta procurarem no Google e terão muito com que se entreter.
Eu recebi inúmeros emails e também mensagens no Facebook, a fazerem-me perguntas. Por isso decidi escrever este post, para esclarecer as dúvidas dos meus leitores.
Vídeo com as palavras do astrónomo
Este assunto, a «precessão dos equinócios» é do conhecimento dos astrólogos sérios e responsáveis. Eu próprio, já tratei o caso em duas ocasiões diferentes: aqui (publicada em 2007, apesar de escrita em 2004) e aqui (2010) Portanto, este assunto não me apanhou de surpresa. Se tiverem tempo e paciência, recomendo a leitura, sobretudo a primeira, esta, para principiarem a conhecer o assunto, com a visão do astrólogo e não com a visão do astrónomo, que é bem diferente. A crítica desses astrónomos é que um 13º signo deveria fazer parte da astrologia. Segundo eles, na Antiga Babilónia, apenas 12 das 13 constelações foram levadas em conta, ignorando o Serpentário (Ophiuchus). O símbolo desse signo é a cobra.
A internet tem um poder assombroso. Darei uma panorâmica sucinta da quantidade de gente que assinalou a sua presença e teve uma determinada ação nos sites acima mencionados. [Na data em que estou a escrever: 15 Janeiro, a partir das 20 horas de Portugal]. O «Star Tribune» teve mais de 5.000 'gostos' que foram parar ao Facebook e 286 twitts. No «NBC News online» cerca de 40 mil pessoas recomendaram no Facebook. Obviamente o «The Huffington Post» superou estes números com uns assombrosos 71 mil para o Facebook, 137 mil twitts, mais de 5 mil emails a amigos e mais de 3 mil comentários. Impressionante! O «Washington Post» portou-se assim: mais de 54 mil 'gostos' enviados para o Facebook.
Segundo o astrónomo, no novo calendário,
a distribuição dos 13 signos por datas seria assim:
Capricórnio: de 20 de janeiro a 16 de fevereiro
Aquário: de 16 de fevereiro a 11 de março
Peixes: de 11 de março a 18 de abril
Áries/carneiro: de 18 de abril a 13 de maio
Touro: de 13 de maio a 21 de junho
Gémeos: de 21 de junho a 20 de julho
Câncer/Caranguejo: de 20 de julho a 10 de agosto
Leão: de 10 de agosto a 16 de setembro
Virgem: de 16 de setembro a 30 de outubro
Libra/Balança: de 30 de outubro a 23 de novembro
Escorpião: de 23 a 29 de novembro
Ophiucus/Serpentário: de 29 de novembro a 17 de dezembro
Sagitário: de 17 de dezembro a 20 de janeiro
Só pelo início da lista dá logo para se ver que não foi feita por um astrólogo. Como sabem, os astrólogos comentam (aulas, textos, etc.) os signos fazendo-os coincidir com o início da primavera, portanto, Áries/Carneiro, seria o primeiro.O astrónomo Parke Kunkle, que desencadeou todo este borburinho, apresenta a sua lista usando o ano comum, de janeiro a dezembro. Só por aqui se vê que este astrónomo não está interessado em respeitar as regras milenares da astrologia. Típico dos astrónomos.
Por esta nova lista, o meu signo passaria a ser Touro. No entanto, este blogue é feito por alguém de Gémeos! Se é!
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| O possível glifo para Ofiuco ou Serpentário. |
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A astrologia funciona tal como é conhecida. Há milhares de anos!
Este 13º signo é do conhecimento generalizado dos astrólogos, que desde há quase 2.000 anos não têm ligado nenhuma ao tema, por uma razão muito simples. A astrologia é uma linguagem simbólica destinada ao ser humano. A astronomia é uma ciência que analisa o que o universo tem para dar em termos palpáveis: estrelas, planetas e demais objectos celestes. Já li dezenas ou centenas de textos (nos blogues então, nem se fala!) em que, por sistema a astrologia é sempre denegrida pelos astrónomos e os argumentos, habitualmente, são de quem nada sabe desta nossa arte. Que fazer? Nada.
Por outro lado, muitos astrólogos põe-se a jeito para levarem na cabeça, pois fazem afirmações própria de quem não aprofundou estes temas. Que um estudante de astrologia o diga, tudo bem, pois faltam-lhe anos de prática. O que não se pode aceitar é a atitude displicicente daquelas pessoas que, sendo profissionais, não cuidam da sua linguagem e, sobretudo da sua arte. E, não cuidam, porque na verdade, não são astrólogos, mas outra coisa qualquer.
Como estas duas actividades (astrólogo e astrónomo) só recentemente é que se separaram, pois durante milénios eram praticadas pelas mesmas pessoas, percebe-se que haja uma certa competitividade por parte de alguns astrónomos, como o americano Parke Kunkle que resolveu levantar esta questão, só que desta vez, a sua voz foi amplificada ao máximo, pois a internet permite isso mesmo. Ele próprio afirmou: «But, don't expect your horoscope reading to change.» ['Mas não fique na expectativa que a leitura do seu horóscopo (mapa natal) mude.']
Falemos um pouco de Ofiuco
Ophiuchus [Ofiuco], o Serpentário, é uma constelação. Não é um signo. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Ophiuchi. Representa-se o serpentário como um homem segurando a Serpente, que fica dividida em duas partes no céu, Serpens Caput e Serpens Cauda, sendo mesmo assim contadas como uma única constelação. De acordo com as fronteiras modernas da astronomia, as constelações suas vizinhas são: Hercules, Serpens Caput, Libra, Scorpius, Sagittarius, Serpens Cauda e Aquila.
Ofiúco, na mitologia grega, corresponde a Asclepio, filho do deus Apolo e da mortal Corónides. Desenvolveu grande habilidade na medicina e acreditava-se que tinha o poder de ressuscitar os mortos. Ofendido, Hades (Plutão) pediu a Zeus (Júpiter) que o matasse, por violar a ordem natural das coisas — e Zeus concordou. No entanto, como tributo ao seu valor, decidiu colocá-lo no céu rodeado por uma serpente, símbolo da vida que se renova.
aqui
Walter Berg é um astrónomo/astrólogo britâncio que escreveu o livro
'The 13 Signs of the Zodiac'.
Portanto, é um assunto deveras conhecido, que surge agora como grande descoberta.
Recomendo a leitura deste blogue em língua inglesa:
«DarkStar Astrology»
Como devem imaginar, uma simples consulta ao Google atira-nos para um mundo de blogues de astrologia, em inglês, que aproveitando a onda desta notícia já estão a tentar encontrar definições para o hipotético signo Ofiuco / Serpentário. Obviamente, também há os aproveitadores, do lado astrológico. Somos todos seres humanos.
Futuro
A recente conjunção de Úrano e Júpiter, trouxe uma nova chamada de atenção sobre um determinado aspecto que pode envolver a astrologia. Quem sabe se Úrano e Plutão, em quadratura entre 2012-2015, pode muito bem trazer grandes transformações para a astrologia, com novas ideias. Quem sabe? É necessário tempo para que as ideias amadureçam. Vejam o que se passa com Quíron, descoberto nos anos 70, que ainda está a ser investigado e analisado, apesar de já existirem livros sobre esse astro.
Mas por enquanto, temos que esperar para ver, analisar, perceber. Tudo está como sempre esteve. Mas estejamos abertos a possíveis mudanças no futuro.
Não sejamos nem tão vanguardistas a todo o custo, nem tão parados no tempo que tudo fique cristalizado à nossa volta. Saibamos usar «prudência e ousadia» que lá chegaremos. No entanto, aquilo que penso mesmo, é que a haver mudanças profundas na astrologia, só ocorrerão em plena Era de Aquário, daqui por uns 100 anos.
Também nada me garante que a realizar-se a ascensão do planeta, não seja necessária uma nova ordem de entendimento. Saibamos aguardar. Por enquanto, fiquemos com os signos que nos acostumámos a ter. Fiquemos em paz connosco mesmos. Sejamos o que a essência do nosso ser nos pede.
Uma excelente explicação no 'Maria Lua', aqui.
Link da Soraia, do «Arcano Dezenove» a este post. Muito obrigado.
Link da arKana, do «Locais Sagrados, a este post. Muito obrigado.
Link da Astrid Annabelle, do «Navegante do Infinito». Muito obrigado.
Uma abordagem ao tema, por Hanah, do «Stellium»
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